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Plantas Daninhas

ROSETA

(Soliva pterosperma) – Código SOVPT

A plântula possui hipocótilo e epicótilo muito curtos. Folhas cotiledonares sésseis, obovadas, de base atenuada. As duas primeiras folhas verdadeiras, sésseis, são quase lineares, com cerca de 3 vezes o comprimento das folhas cotiledonares, apresentando margens inteiras.

Planta anual, reproduzida por sementes. Espécie herbácea, rasteira, muito típica pelo conjunto de pequenas folhas pinatipartidas, de coloração verde intensa. O caule inicial não chega a ser diferenciado, constituindo-se de um núcleo que suporta um conjunto de folhas do qual partem os ramos de forma radiada. Os ramos são bem, diferenciados em plantas maiores, sendo subcilíndricos. Geralmente ocorre apenas um nó na parte terminal, onde se forma um conjunto de folhas em roseta, eventualmente ocorrem uma ou mais ramificações secundárias, podendo surgir uma inflorescência junto à base dessas ramificações. As folhas com pecíolo de base amplexicaule, ocorrendo em forma de roseta na base da planta e nos nós dos ramos.

A inflorescência é constituída por capítulos sésseis, globosos e compactos. Cada capítulo é guarnecido por uma série de brácteas foliares, que formam um tipo de “bandeja”; essas brácteas têm formato próprio, sendo bem distintas das folhas verdadeiras, mas tem coloração verde e são levemente pilosas. Os capítulos são verdes e por isso pouco perceptíveis no seio das rosetas de folhas.

As unidades de dispersão são os aquênios, que se prendem nas patas dos animais e nos pés do homem, sendo assim transportados. Os aquênios mantem as alas do ovário, bem como o estilo, agora transformado em resistente espinho agudo, castanho dourado, com 2mm de comprimento. O desenho dos aquênios com alas e estilo é fundamental na diferenciação da espécie.

Essa espécie é considerada não estolonífera, sendo caracterizada por possuir folhas pecioladas, bi ou tripinatisectas. Capítulos isolados na base da planta e na base das ramificações. Aquênios obovados, com alas membranáceas delgadas, bilobadas, com projeções pontiagudas na parte superior, ladeando o espinho central.

Texto adaptado de Kissmann, K. G. e Groth, D, 1999; Fotos: Mauro Antônio Rizzardi

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