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Pesquisa

Herbicidas no Ambiente

Herbicidas registrados, e em fase de registro, no Brasil

O controle químico de plantas daninhas caracteriza-se pelo uso de químicos naturais ou sintéticos, conhecidos como herbicidas. Esses compostos atuam em processos fisiológicos e bioquímicos das plantas, levando-as à morte.

Os herbicidas são classificados pelo seu nome químico e agrupados, por similaridade química, em diferentes grupos. Porém, as características químicas da molécula não permitem identificar qual o local de ação destes produtos.

Sendo assim, propôs-se a classificação baseada no mecanismo de ação, o qual é a primeira lesão, bioquímica ou biofísica no interior celular, causada na planta pelo herbicida, e que resulta na ação final de injúria ou morte. Essa classificação permite agrupar os herbicidas de acordo com o local primário da ação dos mesmos.

Nas Tabelas 1 a 22 encontram-se os herbicidas registrados para uso no Brasil, classificados pelos grupos químicos e mecanismos de ação dos mesmos. Além disso, constam os códigos de identificação dos mecanismos de ação propostos pelo Comitê de Resistência de Plantas Daninhas do Brasil (HRAC-Brasil) e pela Weed Science Society of America– EUA.

A relação ordenada dos herbicidas, como apresentado a seguir, auxiliará no planejamento de estratégias de controle de plantas daninhas baseadas na rotação dos mecanismos de ação.
 

Tabela 1 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores da enzima Acetil-Coa Carboxilase (ACCase)


Tabela 2 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores da enzima Acetolactato sintase (ALS)


Tabela 3 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores do Fotossistema II


Tabela 4 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores do Fotossistema I


Tabela 5 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores da enzima Protoporfirinogênio Oxidase (Protox/ PPO)


Tabela 7 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores da biossíntese dos carotenos na enzima Fitoeno Desaturase (PDS)


Tabela 8 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores da biossíntese dos carotenos na enzima 4-hidroxifenil-piruvato-dioxigenase (HPPD)


Tabela 9 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores da biossíntese dos carotenos (Alvo desconhecido)


Tabela 10 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores da biossíntese dos carotenos na 1-deoxi-xilulose 5-fosfatase sintase (DOXP)


Tabela 11 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores da enzima Enol piruvil shiquimato fosfato sintase (EPSPs)


Tabela 12 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores da enzima Glutamina sintase (GS)


Tabela 13 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores da enzima Dihidropteroato sintase (DHP)


Tabela 14 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores da formação de microtúbulos


Tabela 15 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores da mitose


Tabela 16 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores de ácidos graxos de cadeia muito longa (VLCFA)


Tabela 17 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores da síntese de celulose (parede celular)


Tabela 18 – Relação de herbicidas classificados como Disruptores de membranas (desaclopadores)


Tabela 19 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores da síntese de lipídios (Locais diferentes da ACCase)


Tabela 20 – Relação de herbicidas classificados como Auxinas sintéticas (Mimetizadores de auxinas)


Tabela 21 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores do transporte de auxinas


Tabela 22 – Relação de herbicidas classificados como Inibidores do ácido nucléico

 

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